sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Inibição

A inibição pode ser considerada uma forma de controle neurocognitivo e comportamental que permite com que as crianças não desenvolvam hábitos espontâneos e promovendo graves repercussões na vida da criança como dificuldades de aprendizagens e de adaptação no convívio social.  



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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Inclusão

"Inclusão não significa apenas poder estar junto com os outros e não ser discriminado, mas também poder sentir-se aceito e conviver em um ambiente onde o ser humano seja tratado com respeito e dignidade."

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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Saber pedagógico

Para Maria Mantessori, médica italiana, em sua obra ela chegou a concluir que todo o sucesso ao lidar com os mais diversos alunos seria que o educador em um primeiro momento deveria despertar o interesse de seu aluno, ter uma voz agradável e que encantasse ao falar. Ter cuidado com seus gestos de forma que conquistasse as crianças e que despertasse em si sua alma infantil, tudo isso para se ter um início para seu exito pedagógico, além de algumas outras regras básicas (Corrêa, 2010), como:   
"1. As crianças são diferentes dos adultos e necessitam ser tratadas de modo diferente.
2. A aprendizagem vem de dentro e é espontânea; a criança deve estar interessada numa atividade para se sentir motivada.
3. As crianças têm necessidade de ambiente infantil que possibilite brincar livremente, jogar e manusear materiais coloridos.
4. As crianças amam a ordem.
5. As crianças devem ter liberdade de escolha, por isso necessitam de material suficiente para que possam passar de uma atividade para a outra, conforme o índice de interesse e de atenção o exijam.
6. As crianças amam o silêncio.
7. As crianças preferem trabalhar a brincar.
8. As crianças amam a repetição.
9. As crianças têm senso de dignidade pessoal; assim não podemos esperar que façam exatamente o que mandamos.
10. As crianças utilizam o meio que as cercam para se aperfeiçoar,
enquanto os adultos usam a si mesmos para aperfeiçoar o meio."

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Fonte:
CORRÊA, Maria Angela Monteiro. Educação especial v.1 Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2010. Disponível em http://nead.uesc.br/arquivos/pedagogia/educacao-inclusiva/educacao-especial.pdf acessado em 21/10/2017

A diferença

Nós devemos entender que a visão sobre deficiência é social e historicamente construída, em cada momento a deficiência foi vista de uma forma determinada. Entretanto o preconceito com o diferente sempre foi visto de uma forma preconceituosa como se o certo seria que todos fossem homogêneos.
Ao longo da história da humanidade, as pessoas com necessidades especiais foram vistos por diversos sentimento como o de extermínio, exploração, abandono, perseguição, proteção com o intuito de esconde-los, o cuidado como uma caridade cristã que marcaram conforme o período histórico, mas nunca longe do preconceito e da discriminação por sua característica de ser diferente.

                                  Resultado de imagem para deficiencia antiguidade 
   

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Estímulo, reforço e controle

O Behavorismo

Início do Século XX, o termo Behavorismo foi identificado pelo americano John B. Watson, Behavor como o significado de “comportamento”. Propondo assim com seus estudos um objeto para a ciência, pois o comportamento sendo como algo a ser observado, mensurado, cujas as experiências podem ser reproduzidas em diferentes condições e sujeitos. Certas situações levam com que o indivíduo tenha certas ações promovidos por uma hereditariedade e associados a hábitos (estímulos), ou seja “resposta” e “estímulo”.
Comportamento Operante ou reflexo: são ações “não-voluntárias”, como quando contraímos os olhos em reflexo a uma luz muito intensa, o arrepio da pele quando recebemos um ar gelado ...
Entretanto esses reflexos podem ser condicionados, por exemplo, ao mergulhar a mão em uma vasilha de água gelada a temperatura caíra abruptamente caracterizando-se como um comportamento respondente.
Mas ao se fazer a experimentação de uma outra forma, como mergulhar a mão várias vezes em uma vasilha de água fria só que no momento de se mergulhar a mão na vasilha tocasse uma campainha, chegaria um momento que a mudança de temperatura estaria associada ao som. Então a queda da temperatura é uma resposta incondicionada, enquanto a queda da temperatura pelo som é uma resposta condicionada (aprendida).
Em 1930, Skinner inicia os estudos do comportamento operante, são as ações empreendidas pelo organismo para interagir com o meio, o bebê ao balbuciar, ao agarrar objetos. Suas ações são promovidas em reações do meio, como do bebê chorar e a mãe lhe trazer o alimento, está reação lhe traz satisfação. 
Skinner identificou como leis comportamentais, representados por: 
R -> S, onde R é a resposta e S (do latim stimulus) é o estimulo reforçador ou reforço.


Então ao aprendermos matemática na escola, soma e subtração, transferimos essa aprendizagem para várias situações de nosso cotidiano, como dar e receber o troco. Mas para uma abordagem behaviorista esta aprendizagem se dará após o resultado de uma mudança de comportamento, onde a partir de estímulos e recompensas iremos “condicionar” o aluno as respostas desejadas, somente em um ambiente que esteja totalmente planejado e controlado pelo professor para direcionar as ações e reações. 

 Fonte:
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14ª edição. São Paulo: Saraiva, 2008. 

Fazer sentido "Penso logo existo"

A experiência da Subjetividade
Com o Capitalismo, todas as ideias do sistema medieval entram em crise e motiva-se ao individualismo.
“Penso logo existo.”
- a valorização da razão -> Racionalismo
- a ideia do singular que tem a experiencia da razão -> individualismo
- a ideia de representação do mundo é algo interno ao indivíduo -> experiência subjetiva (eu)

O Funcionalismo
William James (1842-1910), Estados Unidos -> “O que fazem os homens” e “Por que o fazem” -> está na consciência, que é o seu centro de preocupações e busca a sua compreensão e funcionamento, na medida que o homem a utiliza para adaptar-se ao meio.

O Estruturalismo
- Edward Titchener (1867-1927), Estados Unidos; sua preocupação também é a consciência, mas irá estuda-la em seus aspectos estruturais, “os estados elementares da consciência como estruturas do sistema nervoso central”  

O Associacionismo
– Edward L. Thorndike, Estados Unidos -> formulador da primeira teoria da aprendizagem, sendo para ele que a aprendizagem se dá através de uma associação de ideias, onde para aprender um conteúdo mais complexo, deve-se partir de ideias mais simples, que estariam associadas aquele conteúdo. Formulou a Lei do Efeito, que foi importante para a Psicologia Comportamentalista, o organismo irá emitir um comportamento a partir da associação de um efeito.

Método Científico
- Subjetividade (objeto da Psicologia) -> só pode ser compreendida como movimento constante do ser humano em sua relação com o mundo material e social.
- Objetividade (o conhecimento a partir de um método científico)

Materialismo histórico e dialético
- Pressupostos materialistas -> a realidade existe independente de nossas ideias e da razão humana existem leis na realidade que podem ser conhecidas
- Concepção Dialética -> a contradição e sua constante superação são a base do movimento de transformação constante da realidade
- Concepção Histórica -> o mundo se constrói em seu movimento e que podemos conhece-lo estudando-o exatamente em seu processo de transformação


Racionalização: é quando procuramos respostas lógicas para afastar o sofrimento. O ego coloca a razão a serviço do irracional e utiliza para isso o material fornecido pela cultura ou mesmo pelo saber científico.

Então quando eu avalio aluno, não posso taxa-lo de incapaz, devemos sempre motiva-lo pois não podemos adivinhar quais os caminhos que ele irá trilhar, quais as aprendizagens irá ter a fim de tentar explicar e justificar para si mesmo uma determinada situação.


Fonte:
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14ª edição. São Paulo: Saraiva, 2008.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Quem conta a história

Sabemos que o ambiente escolar não é o único formador de valores, mas levando em conta a sua importância algumas expectativas são esperadas. 
Quando atuamos no desenvolvimento de outros seres humanos, sempre é uma responsabilidade muito importante pois é ao desenvolvermos suas habilidades de discernimento que estimulamos a busca de melhorias em seus espaços de vivências. 
Devemos combater o preconceito constantemente, principalmente aquele que faz parte de nosso cotidiano e que se expressa a partir de várias formas, por exemplo quando dizemos piadas de inferioridade, nas várias campanhas publicitárias, nos cliches veiculados nos meios de comunicação, nas atitudes preconceituosas pelo outro ser pobre, negro, índio, mulher, gordo, homessexual ....
É necessário desenvolvermos uma cultura de valorização da diversidade e do respeito ao outro, não podemos esquecer que fazemos parte da mesma espécie humana, mas ao mesmo tempo diferentes por possuirmos uma individualidade e identidade únicas. E é na escola que nós educadores temos a possibilidade de propiciar a nossos alunos momentos que priorize e valorize o respeito ao outro formando cidadãos mais tolerantes com as diferenças.

"Quando nós rejeitamos uma única história, quando percebemos que nunca há apenas uma história sobre nenhum lugar, nós reconquistamos um tipo de paraíso." (Chimamanda)

Abaixo foram colocados dois vídeos que valem muito a pena ser vistos, para reflexão, que exemplificam muito sobre o contexto em que estamos vivenciando em nossa sociedade atual.